O dianpolino e juiz da 9ª Vara Cível de Goiânia, Abílio Wolney Aires Neto, participou, 23 de julho, no Teatro Municipal da Prefeitura de Anápolis, do lançamento conjunto de obras da Coleção Anápolis, da Editora Kelps, pela qual lançou a segunda edição do livro Memórias de João Rodrigues Leal. A obra, de 115 páginas, relata histórias do Norte goiano a partir dos anos de 1950, com referência nas cidades de Dianópolis, Porto Nacional e Taguatinga, além de outros municípios; e inclui a trajetória da criação do Banco da Amazônia no Brasil.

Abílio Wolney conta que o personagem que dá nome ao livro, João Rodrigues Leal, “foi assessor parlamentar desde a época em que o Brasil tinha como capital a cidade do Rio de Janeiro”. Leal se destacou por ter sido o primeiro superintendente do Banco da Amazônia S/A. O livro Memórias de João Rodrigues Leal estará disponível para download em formato PDF, em breve, no site www.dnoto.com.br.

Exemplares da obra poderão ser adquiridos também pessoalmente, com Abílio Wolney. O juiz adianta que volumes impressos dessa edição estarão disponíveis para consulta em bibliotecas da rede pública municipal e estadual de Anápolis, e também nas faculdades pública daquela cidade.

Abílio autografa livro durante lançamento

Coletânea

Um dos livros que compõem a coleção Anápolis, Seleta artigos e crônicas, foi lançado pelo servidor do Poder Judiciário em Anápolis, Zilmar Wolney, irmão de Abílio Wolney. A obra consiste de artigos e crônicas com recorrências históricas e reflexões sobre cotidiano, política e educação.

Além de Abílio e Zilmar, que é professor universitário de Direito, outros 60 autores goiano-anapolinos tiveram livros lançados nessa coletânea da Editora Kelps. O evento de lançamento das obras contou com participação do presidente da Academia Anapolina de Letras (Anale), Natalino Fernandes, e outras autoridades da literatura e do Poder Executivo.

Ao se pronunciar, o prefeito de Anápolis, João Gomes, ressaltou a importância da produção literária no município. Ele parabenizou os autores pela coletânea de A a Z, que se inicia com Abílio Wolney e termina com Zilmar Wolney.

Produção cultural

Juiz Abílio Wolney fala sobre a importância de os magistrados se expressarem também no campo cultural, a exemplo da literatura. “Penso que isso dá visibilidade à figura do juiz no meio social, sendo ele formador de opinião com prestígio de autoridade judiciária, merecendo crédito pelo próprio valor intelectual que tem por formação.”

Fonte: Asmego